Sobre os oradores 
Lyn Heward

É a força inspiradora por trás de todas as actividades relacionadas à criação, produção e acompanhamento técnico e artístico das apresentações do Cirque du Soleil e de outros empreendimentos criativos.
Lyn Heward ingressou no circo em 1992, entusiasmada por descobrir um ambiente onde pudesse praticar um leque variado de experiências, habilidades e interesses.
Começou no Cirque du Soleil como coordenadora de scouting acrobático, mas rapidamente foi-lhe entregue a gestão do Estúdio Criativo do Circo e, nessa função, preparou artistas para os espectáculos Mystère (1993) e Alegria (1994). Em 1994 foi nomeada Assistente da Vice-Presidência do Estúdio, chegando ao cargo de Vice-Presidente dois anos depois. O conteúdo criativo de Quidam (1996), ‘O’ e La Nouba (ambos em 1998), Dralion (1999), Varekai (2002), Zumanity (2003) e KÀ (2004) foi desenvolvido sob a sua égide.
Entre 2000 e 2005, Lyn Heward foi Presidente e Administradora da Divisão de Conteúdo Criativo do Cirque du Soleil. O seu conhecimento profundo das exigências e da miríade de detalhes necessários à criação de um espectáculo, aliado aos seus talentos de gestão, tornaram-na na escolha natural para o cargo. Através desta função tornou-se o suporte de criação e produção, bem como de follow-up artístico e técnico.
Filha de atletas, Lyn Heward foi, desde cedo, apresentada à acrobacia e dança clássica, disciplina que manifestou em palco no Canadá e em diversos países europeus.
Na década de 80, a sua habilidade artística e atlética permitiu criar exercícios de solo e trave para a equipa de ginástica do Canadá.
Em 1985, quando Montreal acolheu o Campeonato Mundial de Ginástica, Lyn Heward trabalhou como Directora Técnica e Chefe da Equipa de resultados. De 1986 a 1992, foi Directora Técnica e, posteriormente, Directora Executiva da Federação de Ginástica de Quebeque. Durante este período, Lyn Heward teve muita visibilidade na cena de ginástica canadiana, enquanto membro da equipa de treinadores seniores para o Programa Nacional de Certificação de Treinadores e como jurada em algumas competições nacionais e internacionais. Também publicou alguns trabalhos na área de ginástica artística feminina. Simultaneamente, o curso de Línguas Modernas e Estudos Humanísticos da Universidade McGill preparou-a para a viagem no universo multicultural do Cirque du Soleil. Os seus conhecimentos sólidos de inglês, francês, russo, alemão e espanhol ajudaram-na na comunicação directa com artistas e parceiros do Cirque du Soleil de todo o mundo.
Preocupada com o desenvolvimento de jovens atletas e artistas, Lyn Heward trabalha agora como consultora, directora criativa e produtora executiva de projectos especiais para o Cirque du Soleil. No seu primeiro mandato executando esta função, criou e produziu as cerimónias de abertura do Campeonato Mundial de Desportos Aquáticos FINA (Fédération Internationale de Natation) em Montreal. Do mesmo modo, emprestou a sua competência criativa ao Comité Organizador dos Jogos Olímpicos de Inverno Vancouver 2010, enquanto membro da equipa criativa que apresentou um segmento de 8 minutos durante a cerimónia de encerramento dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2006, em Turim.
Um dos projectos mais recentes de Lyn Heward é um livro ficcional/não ficcional intitulado “The Spark” (A Faísca), em que os leitores são convidados a descobrir o poder da criatividade e imaginação e a aplicá-lo nas suas próprias vidas. Criado por Lyn Heward e escrito por John U. Bacon, foi publicado nos EUA e na zona anglófona do Canadá por Random House Double Day, e no Quebeque por Libre Expression. Desde Junho de 2006, Lyn Heward tem andado em tournée mundial, realizando conferências corporativas sobre criatividade e a sua relação com o Homem, o crescimento empresarial e o sucesso.
Lyn Heward está actualmente ocupada a reacender o seu próprio espírito criativo para dois novos projectos do Cirque du Soleil.


NIGEL   BARLOW

Nigel Barlow é um agente provocador, Coach Criativo e Conferencista. Foi o Director Fundador da “Tom Peters Organization” na Europa e, actualmente, para além de empresário, é responsável pelo “The Re-Think Project”. É membro associado do Corpo Docente da “Oxford Saïd Business School”.
Nigel incentivou muitas das Organizações Líderes Mundias, em todos os Continentes a repensarem as suas estratégias e os seus negócios, Alguns exemplos: American Express, Anheuser-Busch, Barclays, BBC, BP, BT, Cabinet Office, Diageo, Eli Lilly, Ericsson, First Choice, GSK, Hewlett Packard, ICI Paints, John Lewis Partnership, J P Morgan, Lexus, Lloyds TSB, L’Oreal, Merck Generics, Microsoft, Nestle, Rockwool, J Sainsbury, SAP, S-E-B, Shell, SKF, and Unilever.

“Re-Think” – Como pensar de forma diferente os seus projectos, baseando-nos na experiência de Nigel, nos seus sucessos e piores decisões. Enquanto espera para repensar na sua vida, relações pessoais e profissionais, criatividade pessoal, ou numa ideia para um novo negócio, “Re-Think” foi desenhado para provocar no seu “Eu Criativo” a resposta que já tem dentro de si.
O primeiro livro de Nigel foi “Batteries Included! – Creating Legendary Customer Service” (criar um lendário serviço ao cliente). Algumas das Empresas mais bem sucedidas na gestão da sua marca, como a “Lexus”, adoptaram este tema como lema - “tornar lendária a experiência proporcionada aos nossos Clientes”.
Nigel está considerado como um dos mais dinâmicos e interactivos “speakers” internacionais, pelas várias empresas com quem tem trabalhado.
As suas reflexões na área da criatividade giram em torno do: Como pensar de forma diferente. Ele explica-nos como é que um papagaio, uma criança, uma  simples sesta ou Bob Dylan, nos podem ajudar a repensar novas possibilidades para a nossa Empresa. Estas são abordagens provocadoras e desemolduradas que Nigel aplica, na sua própria vida, negócio e nas Empresas com quem trabalha. A sua larga experiência enquanto professor de Meditação e Gestão de Stress permitiu-lhe perceber o verdadeiro poder da mente, muito para além da simples abordagem que a psicologia privilegia.

Nigel começou a sua carreira como Professor de Direito em Oxford. Desde então aprendeu a pensar de forma distinta, única, uma aptidão pela qual é apaixonado e procura influenciar os outros com a sua visão: “Pense de forma diferente”. Não gosta de ser intitulado de consultor, nem da expressão “Pense fora da caixa!”
A nova investida da sociedade e das Empresas tem de ser “Mude a caixa!”